Tragédia no município paraibano de Capoorã, distante 54,9 quilômetros da Capital. Por volta das 19h30 do dia 31, enquanto a população costuma se preparar para a passagem do reveillon, um rapaz de 25 anos matou o próprio irmão, de 20 anos, em frente a casa onde moravam. Segundo informações da 22ª Companhia da Polícia Militar, o tiro foi à queima-roupa.
A vítima do homicídio foi Jailton Aluízio Inácio, 20 anos, que estava em frente de casa, e o acusado, o irmão dele, foi Luiz Inácio da Silva, 25. A polícia não soube informar o motivo do crime.
Segundo o cabo Cavalcanti, da 22ª Cia. da PM, Jailton Aluízio, foi alvejado com um disparo na altura do peito, à queima-roupa, na frente de casa. "Eles residiam no mesmo local", frisou o cabo Cavalcanti.
Tentativa de homicídio - O comerciante Antônio José da Silva, 43 anos, levou um tiro nas costas por volta das 7 horas do dia 31, no município paraibano de Alhandra. Segundo a 22ª Cia. da PM, ele foi socorrido para um hospital local e depois transferido para o Hospital de Emergência e Trauma, em João Pessoa. A polícia não informou quem foi o responsável pelo crime.
Acidente - Um acidente envolvendo duas motos no município de Cajá, perto de Café do Vento, causou a morte de uma pessoa e deixou outra ferida na tarde de ontem. Os dados foram da Superintendência da Polícia Rodoviária Federal na Paraíba.
inícioA Resolução 294 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) determina que a partir de ontem só podem trafegar com farol de xenônio os veículos que tenham sistema de ajuste da altura das lâmpadas, de acordo com a inclinação das vias e limpador automático do farol. A norma também indica que a única cor de luz permitida é a branca. A lâmpada de gás xenônio são mais potentes do que as convencionais. A medida visa a impedir que uma sujeira no farol ou um buraco na pista façam o facho de luz ofuscar a visão dos outros motoristas. O proprietário que usar os faróis de xenônio sem as adaptações poderá ser multado em R$ 127 e ter o veículo apreendido.
inícioQuase 100 atendimentos do setor de emergência foram registrados, apenas do dia 31 até a tarde de ontem, no Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa. Os casos incluem desde acidentes de moto, arma de fogo, e arma branca até queimaduras. Os dados são do setor de emergência da unidade de saúde.
Das 96 entradas de pacientes registradas neste período, 19 foram de acidentes de moto e quatro de automóvel. Ainda foram atendidas no local sete vítimas de agressões físicas, quatro pessoas feridas por arma branca e mais quatro atingidas por arma de fogo. Dos feridos por arma branca, três ocorrências foram motivadas por briga e uma foi acidental.
Segundo o hospital, o número de queimados chegou a quatro em menos de 24 horas. Os demais casos abrangem vítimas de quedas de locais alto, cortes, sangramentos, pancadas, dentre outros. Os acidentes de bicicletas foram cinco.
Das 19 pessoas feridas em acidentes de moto, 12 receberam alta e sete continuavam internadas até a tarde de ontem. Entre as quatro vítimas de arma de fogo, três ficaram em observação e uma teve que ser internada.
Com relação às agressões físicas, todos os sete pacientes ficaram em observação. Já no caso dos acidentes de automóvel, três pessoas tiveram alta e uma ficou internada no hospital.
Do dia 31 até ontem o hospital realizou, entre os casos de emergência e urgência, 300 atendimentos. Na urgência são recebidos pacientes.(Alexsandra Tavares)
inícioTrês dos quatro homens acusados de terem assaltado uma loja de roupa de griffe para surfistas na rua 2 de Fevereiro, no bairro do Rangel foram presos em flagrante por policiais militares do Serviço de Inteligência do 5º Batalhão. O assalto aconteceu na tarde da última segunda-feira.
Segundo informações da polícia, no dia do assalto, os bandidos chegaram à loja e armados de revólveres renderam os funcionários. Depois de pegar várias peças de roupas, fugiram em um carro.
No momento em que estavam saindo do estabelecimento comercial, um dos acusados tentou roubar o celular de um policial militar que se encontrava numa parada de ônibus. O cabo Marcelo, reagiu e antes de o bandido se aproximar, este sacou a sua arma e atirou no assaltante que revidou, mas ninguém ficou ferido.
Por determinação do coronel Marcos Marconi Torres, comandante do 5º Batalhão, o assalto passou a ser investigado pelos policiais militares do Serviço de Inteligência do 5º Batalhão. Os PMs descobriram que o carro usado no assalto, um Corsa Sedan de cor prata, fazia transporte alternativo na comunidade Bola na Rede, no bairro dos Novais. O veículo foi identificado e localizado e a partir daí os acusados foram presos.
Com Adailson do Amaral da Silva Cruz, Rodrigo de Oliveira Nascimento e Rosivaldo Cândido dos Santos, todos com 18 anos e residentes no Bairro dos Novais, a polícia apreendeu quatro celulares, um revólver calibre 38, três motos, sendo uma Tornado de cor laranja e duas Van Preta, o Corsa Sedan e um revólver calibre 38 que foram usados no assalto a loja de roupas no bairro do Rangel, além de várias peças de roupas do estabelecimento comercial.
De acordo com o coronel Marcos Marconi Torres, Rodrigo de Oliveira Nascimento foi quem atirou no cabo Marcelo. Em depoimento à polícia, os acusados confessaram o crime e disseram que no dia anterior estiveram na loja sondando o movimento e quando perceberam que a maioria dos funcionários eram mulheres, acharam fácil e resolveram praticar o assalto.
inícioO italiano Gianfranco Berardi está preso na carceragem da Superintendência da Polícia Federal (PF), em Fortaleza. Foragido da Justiça na Itália, onde responde por crimes de associação criminosa, receptação de propriedade roubada, falsificação de documento de viagem, roubo agravado e fraude bancária, Berardi foi capturado terça-feira pela Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) com a ajuda da PF.
De acordo com a PF, Berardi tinha pedido de prisão preventiva decretada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por solicitação feita pela Justiça italiana. Ele é acusado de atuar em roubos e receptação de cheques, operando na Itália, Austrália e Dinamarca.
Na capital cearense, onde havia fixado residência, Berardi era sócio de uma imobiliária. Antes de ser preso, ele havia programado uma festa de réveillon e tinha reserva feita em um restaurante da orla para 80 clientes e amigos. Além dos crimes a que responde na Itália, Berardi também será processado no Brasil por falsidade ideológica - artigo 299 do Código Penal brasileiro, cuja pena prevista é de um a três anos de prisão mais multa. Quando foi preso, ele usava documentos falsos em nome de Oddone Losch.
Com eles, o italiano já havia requerido e adquirido visto de permanência no Brasil, alegando investimentos feitos por meio da imobiliária da qual é sócio em Fortaleza. Pela legislação brasileira, o visto de permanência no País é concedido a estrangeiros que invistam no mínimo 50 mil dólares em recursos próprios de origem externa.
De acordo com a polícia brasileira, Berardi era amigo e tinha sociedade com outro italiano, Rázio Morris, que foi preso também em Fortaleza há dois anos pela PF e extraditado em 2007 para a Itália, onde foi condenado por tráfico de drogas e porte ilegal de armas. O pedido de extradição de Morris feito pela Itália só foi concedido pelo STF depois que o italiano respondeu pelos crimes praticados no Brasil. Segundo a PF, o mesmo deverá ocorrer com Berardi.
inícioTodas as delegacias de Polícia Civil da Paraíba funcionaram normalmente durante os festejos de fim de ano, apesar da greve dos delegados. A garantia é do delegado Geral de Polícia Civil, Gerson Alves Barbosa, que reuniu os delegados regionais de todo o Estado para montar uma escala de serviço com os servidores que não aderiram à greve. O objetivo, segundo ele, era fazer com que todas as delegacias funcionassem normalmente nestes dias de festa, uma vez há efetivo suficiente para tanto.
Além de definir as equipes plantonistas, Gerson Barbosa determinou que os regionais procedesse o corte do ponto dos delegados que estão em greve, conforme determinação judicial. O delegado disse que os procedimentos para apuração de abandono de serviço estarão sendo abertos e que as demissões podem de fato acontecer.
Por outro lado, Gerson acrescentou que os grevistas não estão cumprindo o que manda a Lei no sentido de manter os 30% de funcionamento dos serviços, uma vez, segundo ele, esse percentual de servidores em atividade deve ser do grupo que está em greve e não dos que não aderiram ao movimento. "A Lei diz que 30% dos grevistas são obrigados a trabalhar e não que esses podem ser representados ou substituídos por companheiros que não participam do movimento", comentou.
O secretário executivo da Segurança, Airton Ferraz, também participou da reunião. Ele afirmou que esse planejamento objetivou repetir o que foi alcançado durante o feriado do Natal, quando a Polícia Civil atendeu, em todo o estado, à demanda que lhe foi oferecida.
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