A pesquisa 'Crianças e Adolescentes em Situação de Rua na Cidade de João Pessoa' - apresentada ontem durante o 1º Seminário para Construção do Plano de Combate ao Trabalho Infantil - identificou a presença de 1.256 crianças e adolescentes (até 18 anos de idade) em 68 locais de 15 áreas da Capital, em situação de rua, e traçou o perfil desse público, a partir de entrevistas feitas com 1.134 meninos. O estudo, realizado pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em parceria com a Prefeitura de João Pessoa (PMJP), concluiu que 74% deles eram trabalhadores infantis.
A coordenadora da pesquisa, Fátima Pereira, que é professora doutora da UFPB, explicou que a pesquisa foi feita durante três dias de dezembro de 2007, sob sua coordenação e com a participação de 16 educadores do Ruartes (programa da PMJP) e 70 pesquisadores, entre estudantes e profissionais da universidade. Segundo Fátima, dezembro é considerado um período atípico, porque o fluxo de crianças e adolescentes nas ruas aumenta por ser um período de início de férias escolares e festivo. "Queríamos ter repetido a pesquisa em abril passado, mas houve impedimento por este ter sido um ano eleitoral. Mas nossa intenção é repetí-la no início de 2009", ponderou.
Segundo Fátima Pereira, a pesquisa levou em consideração crianças e adolescentes de até 18 anos de idade que ocupavam ruas, prédios e logradouros públicos em diversos bairros da cidade, e que passavam a maior parte do dia nas ruas, dormindo ou não nesses locais. Os pesquisadores encontraram meninos que estavam nas ruas em busca de renda, lazer, moradia, alimentação e repouso; com ou sem vínculo familiar; desacompanhados ou acompanhados de adultos, familiares ou responsáveis.
"Dos 1.134 entrevistados, 69% disseram que estavam na rua em busca de trabalho (o lazer veio em segundo lugar, com 16%, seguido de alimentação, 9%, e moradia, 2%), mas o número dos que estavam efetivamente trabalhando chegava a 74%. Isso mostra que mesmo o trabalho não sendo o objetivo de alguns, eles acabam enveredando nele e que a situação de rua e o trabalho infantil estão muito ligados", disse. Dos que trabalhavam, 25,7% eram vendedores e 13,8% fretistas, seguidos de olheiros, catadores de materiais recicláveis e feirantes.
A pesquisadora destacou, ainda, que 69,4% dos meninos em situação de rua disseram que estavam na escola, 19% falaram que não estudavam e o restante não respondeu. A maioria ainda estava no ensino fundamental, confirmando o fato de que que trabalhadores infantis geralmente têm defasagem escolar. "Isso mostra o que a última Pnad (Pesquisa Nacional de Amostragem por Domicílios), divulgada este ano já tinha mostrado: a escola não está efetivamente servindo para combater o trabalho infantil, nem significa necessariamente aprendizado", disse.
O estudo mostrou, também, que 62,4% dos meninos encontrados nas ruas de João Pessoa eram nascidos em João Pessoa e 37 haviam migrado de outros municípios. Segundo o estudo, 81,8% eram do sexo masculino. "Esse dado tem uma explicação e não significa que as meninas estão muito mais livres da ameaça do trabalho infantil. Elas estão sendo exploradas no trabalho doméstico. Nos últimos anos, percebemos que houve uma queda do número de trabalhadores infantis, que depois aumentou e novamente caiu (atualmente 11,3% das crianças e adolescentes na Paraíba trabalham), mas que as piores formas de trabalho infantil continuam", conclui Fátima Pereira.
O 1º Seminário para Construção do Plano Municipal de Enfrentamento ao Trabalho Infantil é uma realização do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA-JP), da Prefeitura de João Pessoa e da Comissão Municipal do Peti e conta com o apoio do Banco do Brasil e do Sebrae. A pesquisa sobre crianças em situação de rua servirá como uma das bases para elaboração desse plano. Durante o evento, também foi analisada a rede de equipamentos institucionais de atendimento a crianças e adolescentes do município. O plano deverá ser elaborado a partir dessas duas análises.
inícioCom uma equipe de apenas dez profissionais especializados em Traumatologia por dia, o diretor do Complexo Hospitalar de Mangabeira, Edson Neves, admitiu que não está conseguindo dar conta da demanda diária, que é de 350 pacientes. Os médicos, inclusive, são responsáveis por realizar 12 cirurgias por dia. Além disso, ele afirmou que a falta de informação está provocando superlotação no setor de Traumatologia do Complexo Hospitalar de Mangabeira.
Neves explicou que está fazendo o possível para realizar o atendimento a quem procura o hospital, mas a demanda traumatológica é muito alta. "Isso sem falar nos pacientes que vêm de outros municípios que estão vindo direto para cá. Por isso, a situação ainda está desse jeito no setor de Traumatologia", disse.
Houve uma pactuação entre as Secretarias de Saúde do Estado e Município para atender os pacientes que fizeram cirurgias no Hospital de Trauma e no Santa Isabel. Os egressos do Complexo de Mangabeira são atendidos em Mangabeira e têm todo o acompanhamento médico. Já os que foram cirurgiados no Hospital Santa Isabel e no Trauma, devem ser acompanhados no Santa Isabel, de acordo com o diretor.
Todo o problema está acontecendo depois que a instituição passou a receber os casos de urgência e emergência do Hospital Santa Isabel, que está em reforma. Desde que o atendimento foi iniciado em Mangabeira, no início de novembro, os pacientes não têm mais procurado o Santa Isabel para retorno. O mesmo acontece com pacientes egressos do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena.
A dona de casa Hosana Silva Celestino foi uma das pacientes que se sentiu prejudicada com a confusão. Ela contou que sofreu um acidente de moto e já fez seis cirurgias no Hospital de Trauma. "Achei a mudança no local de atendimento complicada, porque do Trauma fui encaminhada para o Hospital Santa Isabel e, de lá, me mandaram vir para Mangabeira. Só que quando cheguei aqui, soube que meu médico ainda continua no Santa Isabel. Isso causa transtorno para o paciente", reclamou.
Edson Neves esclareceu que devem procurar o Complexo de Mangabeira apenas os pacientes com fraturas fechadas. Aqueles que sofreram grandes traumas, ou seja, os politraumatizados, com fraturas expostas e fraturas no crânio, devem ser levados ao Hospital de Emergência e Trauma, que é referência em situações mais graves. "Quando as pessoas vêm direto para cá, por desinformação, fazemos um primeiro atendimento e encaminhamos para o Trauma.
O diretor fez questão de mostrar à reportagem as instalações do complexo, com equipamentos modernos, sala de urgência, Pediatria, Ortopedia, médicos de plantão, sala de observação para adultos e crianças, clínica médica e cirúrgica, sala de gesso, duas salas de Raio X, desfibrilador, sala de cirurgia, Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sala de curativo, sala de repouso, atendimento psiquiátrico, entre outras dependências. "Estamos aguardando a chegada do tomógrafo, que deverá acontecer dentro de dois ou três meses", verificou.
Em relação às cirurgias eletivas, ele afirmou que ainda não foram iniciadas. O diretor lembrou que o Governo do Estado está construindo um ambulatório destinado aos egressos no Centro de Assistência Integral à Saúde (Cais) de Jaguaribe. O objetivo é receber os pacientes do Hospital de Emergência e Trauma. E ressaltou: "O que a população precisa saber é que os pacientes operados no Trauma e no Santa Isabel devem procurar o Santa Isabel para fazer o acompanhamento", disse. Isso, segundo ele, vai evitar as viagens desnecessárias até o Complexo Hospitalar de Mangabeira.
A transferência do atendimento de urgência e emergência do Hospital Geral Santa Isabel, em Tambiá, para o Complexo Hospitalar de Mangabeira, foi feita no dia 3 de novembro. Mesmo em reforma, a Secretaria de Saúde de João Pessoa garantiu que o Santa Isabel vai continuar funcionando com 50 leitos, sendo 10 na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 30 para cirurgias eletivas e 10 para clínica médica e ambulatório de pessoas submetidas a intervenções de traumatologia, egressas do Hospital de Trauma.
Atualmente, o Hospital Geral Santa Isabel atende cinco especialidades: pediatria, clínica médica, cirurgia geral, traumato-ortopedia e trauma bucomaxilofacial. Embora esteja com parte de sua estrutura sendo reformada, os hospital tem capacidade para realizar cerca de 400 cirurgias eletivas por mês.
inícioO Dia da Bandeira foi comemorado ontem com várias atividades em João Pessoa. No 1º Grupamento de Engenharia e Construção, foi realizada a formatura de soldados. Nas escolas estaduais, municipais e particulares, estudantes cantaram o Hino à Bandeira. Já o Centro de Ensino da Polícia Militar da Paraíba (PMPB) realizou uma formatura geral com todo seu efetivo, em homenagem à data.
Comandante Geral da Polícia Militar do Estado, o Coronel Kelson de Assis Chaves, participou do evento, que contou ainda com a presença do Comandante da unidade, Tenente Coronel Euller de Assis Chaves. Alunos do Curso de Formação de Oficiais (CFO), Curso de Aperfeiçoamento em Segurança Pública (CASP) e Colégio da Polícia Militar (CPM) também fizeram homenagens à bandeira.
Durante a formatura, foi realizado o hasteamento do pavilhão nacional e entoado o hino à bandeira. Para marcar o dia, os cadetes do 1º e 2º Ano PM e do 3º e 2º BM do Curso de Formação de Oficiais participaram de uma marcha urbana. De acordo com o Capitão Lábis, que é Sub-Comandante da Academia de Polícia Militar do Cabo Branco, a marcha tem por objetivo exercitar e avaliar a rusticidade, traçar o perfil sociométrico, entrar em contato e conhecer as áreas de risco da cidade. Os militares aplicaram procedimentos de abordagens, observação, verificaram porte de arma e identificaram locais e pessoas suspeitas. O percurso foi de 20 km, saindo da BR 230 na altura da empresa São Braz, e terminando nas proximidade do Quartel do Comando Geral dos Bombeiros, em Marés.
Esta é a 7ª edição realizada pelo Centro de Ensino. Ela já foi realizada com alunos do Curso de Formação de Oficiais, Curso de Formação de Soldados e Curso de Formação de Sargentos.
inícioO Comitê Estadual de Apoio à Campanha Nacional "Moradia Digna: uma Prioridade Social" afirma que o Brasil jamais conseguiu tratar a habitação de interesse social com a prioridade necessária e garante que só na Paraíba, 1 milhão e 80 mil paraibanos precisam de uma ação urgente do Estado no que diz respeito a investimentos em habitação. Para discutir o assunto, uma audiência pública foi realizada ontem no auditório da Assembléia Legislativa do Estado da Paraíba.
De acordo com o presidente da União Nacional pela Moradia Popular, Hildemberg de Oliveira, a Paraíba precisa hoje de 160 mil novas moradias, sem contar com 200 mil reformas e ainda de infra-estrutura básica, que inclui saneamento, transporte, entre outros benefícios. Os números, segundo ele, são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Para os representantes do Comitê, investir em habitação significa assegurar melhores condições de saúde, saneamento, educação, segurança, mobilidade urbana, transporte público e planejamento urbano. Por isso, a Campanha Nacional pela Moradia Digna quer a aprovação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que destine pelo menos 2% da arrecadação da União e 1% da arrecadação dos Estados e Municípios à moradia social.
Durante a audiência, deputados estaduais e federais, senadores e entidades envolvidas recolheram assinaturas para apoiar a PEC 285/08, que garante recursos permanentes à política habitacional nas três esferas de governo. A meta de recolher 30 mil nomes, segundo Hildemberg de Oliveira, já foi atingida, mas ele quer ir mais longe e dobrar o número de assinaturas.
A campanha conta com o apoio de movimentos sociais e populares de luta por moradia, parlamentares, Frente Parlamentar Mista de Habitação, Frente Parlamentar pela Reforma Urbana, Fórum Nacional da Reforma Urbana, OAB, Prefeitura Municipal, Governo do Estado.
inícioO Chefe da Divisão de Policiamento do Detran, Péricles de Figueiredo Gouveia Neto, concluiu ontem, 19, o treinamento para utilização dos equilômetros ( bafômetros). O curso foi ministrado pela Polícia Rodoviária Federal, dentro das medidas adotadas para fazer cumprir a chamada lei seca, em toda a Paraíba. No início do mês, o Detran recebeu 12 kits contendo bafômetros e impressoras para emissão do resultado dos exames que serão realizados nos condutores durante as fiscalizações. Péricles Gouveia será responsável pelo treinamento da equipe de policiamento de trânsito do Detran e dos policias civis e militares lotados nas unidades que vão receber os equipamentos em regime de comodato.
A previsão é de que 4 kits fiquem com a equipe do Detran de João Pessoa, 2 em Campina Grande e o restante seja distribuídos para cidades pólos das demais regiões do estado.
inícioO secretário de Turismo do Município, Elzário Pereira, entregou à Superintendência de Transporte e Trânsito (STTrans) minuta da portaria que regulamenta os transportes turísticos em João Pessoa. O objetivo da portaria é ordenar os meios de locomoção que operam no ramo turístico, para oferecer mais seguranças aos usuários.
Documento foi entregue na última terça-feira ao diretor de transporte, Adalberto Araújo. Após a explanação sobre a portaria, ficou definido que será formada uma equipe de trabalho multidisciplinar envolvendo Setur, STTrans e Procuradoria Geral do Município (Progem) para analisar a minuta. As reuniões com a equipe estão marcadas para hoje e amanhã.
A minuta propõe a criação de um conjunto de forças representadas por órgãos públicos, nas atribuições em que cada um exerce, para combater irregularidades nessa área, monitorando e fiscalizando o serviço no município. Os transportes turísticos, de acordo com a regra proposta, só poderão ser conduzidos por motoristas legalmente habilitados na categoria e cadastrados na STTrans.
Na opinião do secretário de Turismo, é de fundamental importância a regulamentação do transporte de turismo na cidade para melhorar a qualidade do serviço, atendendo e estimulando ainda mais o fluxo da atividade turística, e possibilitando mais oportunidades de trabalho e renda.
inícioReta final para os candidatos a uma vaga nos cursos da Universidade Federal da Paraíba. É que as provas do Processo Seletivo Seriado (PSS) 2009 se realizam neste final de semana para os inscritos na 1ª série, 1 ª e 2 séries e 1ª, 2ª, 3ª séries. O concurso registrou a inscrição de 53.792 candidatos. Destes, 28.482 concorrem às 5.855 vagas oferecidas. São 5.820 para a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e mais 35 vagas para o Curso de Formação de Oficiais (CFO). O curso mais concorrido foi o de Formação de Oficiais masculino, com 33,4 candidatos disputando uma das 11 vagas oferecidas.
De acordo com o presidente da Comissão Permanente do Vestibular (Coperve), João Lins, serão 70 locais de provas, que serão aplicadas em João Pessoa, Campina Grande, Patos, Sousa, Bananeiras, Mamanguape e Rio Tinto. Para evitar fraudes serão utilizados 153 detectores de metais da Coperve, mais os que serão cedidos pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).
Quem estiver fazendo provas também contará com segurança. João Lins informou que a Polícia Federal já foi comunicada sobre os dias, horários e locais de provas. Já a Polícia Militar vai disponibilizar homens que ficarão em frente aos prédios onde as provas estiverem acontecendo.
Este ano foram criadas mais de mil vagas. Também surgiram novos cursos. Na área de Ciências Biológicas e Saúde, entrou o Bacharelado em Educação Física. Em Exatas, somaram-se aos demais cursos oferecidos Engenharia Ambiental, Engenharia de Materiais, Engenharia Elétrica e Engenharia Química.
Na área de Ciências Humanas, os novos cursos são Arquivologia, Ciência das Religiões e Licenciatura em Ciências Sociais. Em Bananeiras o curso de Pedagogia, que só tinha vagas à noite, agora passa a oferecer também durante o dia.
João Lins lembrou que os candidatos devem chegar aos locais de provas com antecedência de 30 minutos, ou seja, às 7h30. Eles não poderão portar celulares ou qualquer aparelho eletrônico, como mp3 player, palm top, fone de ouvido, rádio ou similares. "Se for constatado que algum candidato tentou entrar com esses objetos, ele será automaticamente eliminado do processo", alertou.
A dica para quem vai se submeter ao PSS 2009 é dormir cedo na véspera da prova, levar o material necessário e documento de identidade. "O candidato precisa fazer a prova com muita calma. Por isso, não adianta tentar aprender tudo no dia anterior à prova. É preciso fazer o PSS com muita tranqüilidade", explicou João Lins.
inícioO Dia Nacional da Consciência Negra, comemorado nesta quinta-feira, 20, será marcado pela abertura da II Mostra de Arte e Cultura Negra, às 19h, no Casarão 34, no Centro da Capital. As bandas Ilê Odara e Escurinho Badauê se apresentarão durante a abertura. A mostra com exposição de fotos, esculturas, pinturas, indumentárias afro e quadros fica em cartaz até o dia 1º de dezembro. Na ocasião será servido um "Africaxé", bebida de raízes africana.
O Casarão 34 estará aberto, para agendamento de Escolas públicas e privadas e de grupos interessados, que queiram visitar a exposição acompanhados de monitores. O evento é promovido pela Prefeitura de João Pessoa (PMJP), através da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes).
A diretora de Organização Comunitária e Participação Popular, Cassandra Figueiredo, explica que a mostra faz parte uma programação que iniciou com o III Seminário de Políticas Públicas para a Negritude e inclui oficinas e palestras realizadas durante este mês, nos Centros de Referência de Cidadania (CRC's) e Centros de Referência de Juventude (CRJ's).
Há 312 anos, no dia 20 de novembro, morria um grande ícone da resistência negra ao escravismo e da luta pela liberdade: Zumbi dos Palmares. Em face disso, comemora-se nesta mesma data, no Brasil, o Dia Nacional da Consciência Negra, dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedadebrasileira.
A Semana da Consciência Negra está sendo comemorada no (Cefet-PB) desde a última segunda-feira. As Unidades de João Pessoa e de Campina Grande programaram eventos educativo-culturais para discutir as questões da discriminação e celebrar a diversidade brasileira. Na Capital paraibana, acontece a Semana de Consciência e Negritude e em Campina Grande o Encontro sobre Diversidade e Consciência.
Em João Pessoa, o dia 20 de novembro, dedicado à memória do líder Zumbi dos Palmares, começa às 9h30, com Relato de Vivências dos estudantes da Guiné-Bissau (Raimundo Djoco, Daniel Vaz Monteiro, Aristides da Silva, Buli Gomes Vermelho, Serifo Injai), que também fazem parte da organização do evento, no Auditório José Marques. Em seguida, é exibido o filme "Nha Fala".
inícioO II Congresso Brasileiro Pela Paz, com o tema "Por Uma João Pessoa de Paz", se realiza nos próximos dias 29 e 30 na Capital. O Movimento visa transformar a cidade como a Capital da Paz. Uma cidade bonita, acolhedora, graciosa, com lindas praias, monumentos históricos, o ponto mais oriental das Américas, terceira cidade mais antiga do nosso país e a segunda mais verde do planeta, vem crescendo a cada ano, não só urbanisticamente, mas também em vários aspectos da sua vida social e econômica e, ao mesmo tempo, sofrendo os efeitos das desigualdades sociais tão presentes em nossos dias, causando-nos transtorno de todas as ordens, principalmente os das violências.
Este Congresso tem o objetivo de tornar possível a construção de possibilidades efetivas em todos os ramos da vida cotidiana pessoense; de reflexão permanente, debatendo os problemas que nos afligem e sugerindo novos rumos, soluções e alternativas viáveis; reconhecendo os bons gestores e o que se tem feito na busca da diminuição das desigualdades sociais e o respeito ao cidadão da nossa terra.
Para isto serão necessários projetos e programas inteligentes que incluam a integralização da força da sociedade civil organizada, juntando-se aos saberes e experiências exitosas das áreas de desenvolvimento sócio-ambiental, saúde, educação, segurança pública e políticas públicas de inclusão
início