Quem caminha ou simplesmente passeia no calçadão de Manaíra e Tambaú tem que fazer um verdadeiro malabarismo para driblar os buracos que existem no local. O problema foi agravado depois que as barracas que existiam no Calçadão foram retiradas, em agosto do ano passado. "Aqui a gente vê direto as pessoas tropeçando. Outro dia desses, uma senhora caiu e os clientes que estavam no bar foram socorrer. Muita gente tem reclamado dessa situação, inclusive, os turistas", disse Michel Martins, proprietário de uma barraca que fica em frente a um dos trechos mais afetado.
O comerciante conta que possuía uma das barracas que foram retiradas pela prefeitura o ano passado. "Tive que investir neste ponto aqui porque não tinha para onde ir. Ainda bem que não tiraram essa barraca daqui. A única exigência foi que a gente reduzisse o tamanho", afirmou Michel, que diz ver de camarote os tombos das pessoas que caminham pelo local.
A bioquímica Ana Lúcia Moura que mora em Manaíra conta que é muito desconfortável caminhar desviando buraco. Mas, prefere andar pelo Calçadão do que enfrentar a pista, como muitas pessoas fazem. "Não tenho coragem de me arriscar pela pista, porque vejo a hora acontecer um acidente com esse pessoal que se arrisca. Mas, espero que a prefeitura tome alguma providência daqui pro final do ano. E acredito que vai ser feito, porque eles têm atendido ao pedido da população", acrescentou.
Quem também foi vítima dos buracos do calçadão foi a funcionária pública Ariana Carvalho. "Já levei um tombo grande aqui por conta dessas pedras que ficam no meio do calçadão. Como percebi que não conseguia andar direito, fui até a uma clínica ortopédica que tem aqui perto e o médico constatou que eu havia torcido o pé", afirmou.
Ao todo, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano de João Pessoa (Sedurb) contabiliza mais de 20 barracas retiradas entre o calçadão de Manaíra e Tambaú. Um projeto de revitalização está sendo executado pela Secretaria de Planejamento. As obras devem começar em breve e até o final do ano, cerca de 2.500 metros do Calçadão, trecho que vai do Hotel Tambaú ao Mag Shopping, serão recuperados.
"Sabemos que as barracas começaram a ser retiradas ano passado, mas não se podia iniciar um projeto antes da retirada de todas as barracas do local. Com a conclusão da terceira etapa do projeto de retirada das barracas, podemos dar início a revitalização", afirma o assessor técnico da Sedurb, Edigar Chaves.
Segundo o técnico, além de todo o piso ser retirado, haverá uma espécie de praça em frente ao antigo Elite. "Será feito um jardim, iremos colocar também alguns bancos e luminárias para que a população possa apreciar o mar", afirmou Edigar Chaves.
inícioDesde o início da semana que a equipe de paisagismo da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) realiza um trabalho de tratamento e mudança de plantas nos canteiros da Via Expressa São José, em frente à Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa.
Hildevânio Macedo, secretário adjunto da Sedurb, destacou que a secretaria conta com um sistema de fiscalização nas praças e canteiros da Capital. Segundo eles, a equipe de paisagismo faz a manutenção e avalia a situação. Quando é necessário, as mudas que estão maiores que o espaço disponível são transferidas e as que estão com problema são substituídas.
"Fazemos a remoção de modo a não comprometer o desenvolvimento da planta e quando necessários, é feita a remoção e substituições. Desde segunda-feira estamos trabalhando na Sérgio Guerra e monitorando a situação na Rua Hilton Souto Maior. Se for necessária, realizamos a reposição de mudas de mesmo porte e inferior", enfatizou Hildevânio.
Na atual manutenção, a equipe de paisagismo realizou a substituição de mudas que haviam sido depredadas no canteiro em frente à UFPB. A decoração integra a primeira fase da obra de alargamento da avenida Pedro II. "Estamos sempre fazendo a manutenção em sistema de rodízio. Esta semana trabalhamos em frente à Universidade. Daqui há um mês voltamos e verificamos como estão as mudas", explicou Hildevânio.
inícioAo colocar título no que escrevo a respeito da Transposição, tenho ímpetos que depois me obrigam a correções nem sempre ideais. Quem escreve sabe.
Influenciado pelo que li, recentemente, contra o Projeto São Francisco, eu quis intitular este artigo de “A Transposição injuriada por ordinários”; na verdade, queria logo reagir a todos os que censuram, criticam, “inventam” pretextos para ofender a construção da transposição de água do rio São Francisco para o semi-árido do NE setentrional: a obra de engenharia melhor concebida deste País e que está sendo construída pela entidade cívica mais respeitável que temos: o Exército do Brasil. Mas corrigi para o título acima.
A rigor, mera troca de palavras porque nosso país é mesmo endereço mais ostensivo, do desperdício e do mais despudorado exemplo de falta de seriedade no que respeito ao desmoralizado Sistema Político que submete seu pobre e despreparado povo, (Pai/ Mãe do Governo), à história infecta que vimos fazendo... Viramos uns aparvalhados: todo brasileiro gosta e parece que sabe reclamar contra nossas trapaças oficiais que embasam nossa origem; na prática, somos todos uns tontos, insensatos ou cúmplices.
Portanto, só “parece” que sabemos reclamar; no duro, no duro, já estamos acostumados a assistir nossos irmãos, incumbidos de governar, meterem a mão no patrimônio público e lá se locupletarem, sem nenhum escrúpulo. Outro dia vi dois desses ratos numa cerimônia pública abraçando todo mundo e sendo cobertos de carinho: um deles, recentemente, estava algemado, pela Polícia Federal, mas a mídia “fingiu” que não soube!
Imaginem que recebi do Rio um artigo em que o autor simplesmente reduz a “zero” a Transposição, mentindo o tempo todo contra a finalidade emérita e humanitária daquela obra! Não vou dizer o nome porque não quero dar destaque, aqui, àquele tipo de “raposa fajuta” que não sabe o que está dizendo. De vez em quando ainda ocorre esse tipo de patifaria, não só na mídia do Rio e São Paulo, mas também aqui, o que é mais grave porque o Projeto São Francisco não tem defeito! De nenhuma natureza! É a obra de engenharia mais bem bolada que o ser humano fez até o presente, em matéria de transposição de água! Ninguém pode apontar imperfeição/erro, nele! Ao contrário, porque é a perfeição em matéria de engenharia hídrica!
Não há nenhuma igual, no mundo! E mais: destina-se prioritariamente à dessedentação humana e animal, garantir água limpa, permanentemente, a todas as localidades do sem-árido do NE setentrional, por onde passarem os canais que ajudarão a combater os efeitos perniciosos das secas nos cariris e sertões de PE/PB/RN/CE, renovando água dos açudes e tornando perenes rios importantes que possibilitarão vida digna a milhões de pessoas que jamais padecerão a tortura da fome, das doenças, da sede, da migração dos mais jovens e da morte dos mais combalidos e dos animais que o flagelo das secas provoca, secularmente.
O panorama passará a ser: haverá fartura, saúde, educação e emprego! Não vou falar do efeito “criação de emprego” porque é dever de toda pessoa responsável, LER o Projeto. Para evitar o que me deixou “p” da vida: uma celebridade dizer que "o maior beneficiado da transposição não seria o povo: os grandes projetos de fruticultura a ser implementados na região é que vão ganhar com isso”. Aquela bela mulher não tem o direito de afirmar semelhante bobagem, decerto porque não leu o Projeto.
No País do Desperdício, é inaceitável que o governo não divulgue, explique continuamente o que é o Projeto São Francisco, (a salvadora Transposição que está sendo patrioticamente construída por dois Batalhões de Construção e Engenharia do Exército), a todo o povo desta Nação que ignora e muitas vezes até discorda da maior obra humanitária que o presidente nem inaugurou! Talvez isso explique, em parte, muitos absurdos ocorridos.
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